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MOMENTO É O MELHOR PARA INVESTIR EM IMÓVEIS EM GOIÂNIA, SEGUNDO ADEMI-GO

Com aumento de 0.64% no preço de imóveis usados e 4% nos de lançamento, Goiânia ainda possui um dos menores valores no metro quadrado do Brasil; entidade alerta, contudo, que números positivos do setor imobiliário anunciam tendência de valorização cada vez maior O número positivo do FipeZap da capital goiana, divulgado oficialmente nesta primeira semana […]

Com aumento de 0.64% no preço de imóveis usados e 4% nos de lançamento, Goiânia ainda possui um dos menores valores no metro quadrado do Brasil; entidade alerta, contudo, que números positivos do setor imobiliário anunciam tendência de valorização cada vez maior

Roberto Elias_Crédito - Alex MalheirosO número positivo do FipeZap da capital goiana, divulgado oficialmente nesta primeira semana de janeiro, corrobora o cenário otimista do mercado imobiliário em Goiás, já anunciado pela Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Goiás (Ademi-GO) em dezembro do último ano, quando divulgou pesquisa com balanço positivo do setor. De acordo com dados desta pesquisa, comparando os 10 primeiros meses de 2016 e 2017, o preço dos imóveis de lançamento foi valorizado em um ano, recebendo acréscimo de 4% e fechando o preço do metro quadrado residencial, até outubro do ano passado, em R$ 5.127, 26. O Índice FipeZap aponta que, ao contrário da maioria das capitais brasileiras, que fechou o ano com retração no preço dos imóveis residenciais, em Goiânia os imóveis usados continuam valorizando, apresentando um aumento, segundo o mesmo índice, de 0.64% ao ano.

Ainda assim, enquanto Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília lideram o ranking das cidades com metro quadrado mais caro do país, Goiânia está, de acordo com o FipeZap, entre os menores valores médios por metro quadrado. O presidente da Ademi-GO, Roberto Elias, explica que estes números mostram a força do mercado imobiliário na capital e que abre espaço para uma valorização cada vez maior. “Tivemos em 2017 uma redução significativa de lançamentos, de 23%, devido a uma postura mais cautelosa das empresas em decorrência da crise. Este contexto, associado aos 18% no aumento de vendas e 41% de queda nos distratos, implicou diretamente na diminuição do estoque em unidades, que sofreu queda de 9,5%. O estoque de imóveis prontos e parados nas construtoras, portanto, estimula melhores preços no mercado”.

Roberto reforça ainda que esse é o melhor momento para quem deseja comprar a casa própria, ou até mesmo comprar para investir, pois, além dos juros mais baixos, que deixam as parcelas de financiamento igualmente mais baixas, o início da recuperação do setor imobiliário em Goiás possivelmente implicará em um aumento nos preços do metro quadrado. “Felizmente, a economia em Goiás tem sofrido menos impactos que a economia no país em geral, e isto colabora para a valorização dos nossos imóveis. Ao contrário de muitas capitais no Brasil, as nossas perspectivas para 2018 são muito positivas”, conclui.

[kasane.com.br]

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Escrito por Daniel Carvalho

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