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Goiás atrai investimentos e Aparecida de Goiânia é líder na geração de emprego

Na contramão dos impactos da recessão econômica, que terminou o ano com mais demissões que contratações, a economia de Goiás fechou o ano de 2017 com um quadro positivo de 25.370 vagas de trabalho formais abertas, ficando em segundo lugar no ranking nacional de geração de empregos com carteira assinada. Os dados são do Cadastro […]

thumbnail_IMG_20171027_185603_092-300x300Na contramão dos impactos da recessão econômica, que terminou o ano com mais demissões que contratações, a economia de Goiás fechou o ano de 2017 com um quadro positivo de 25.370 vagas de trabalho formais abertas, ficando em segundo lugar no ranking nacional de geração de empregos com carteira assinada. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego. Dados confirmam o bom desempenho da economia goiana, que, desde o ano passado, mostra sinais de recuperação, com altas nas produções industrial, agropecuária e na prestação de serviços, com reflexos no Produto Interno Bruto (PIB), que deverá fechar este ano na casa dos R$ 200 bilhões.

Goiás registrou um saldo positivo de 25.370 empregos formais. O município de Aparecida de Goiânia foi o líder no saldo da geração de empregos, com 4.342, seguido de Goiânia, de Anápolis (1.533), de Rio Verde (1.472) e de Goianésia (1.319). A nível nacional, Aparecida de Goiânia é o sexto município que mais abriu vagas de emprego no ano passado. A força para a geração de empregos se deve ao crescimento da indústria e comércio, e a modernização de seus negócios são chaves para o aumento da produtividade, competitividade, geração de emprego. A atuação do secretário municipal do trabalho, emprego e renda, Adriano  Montovani, juntamente com toda equipe gestora, tem colaborado para o desempenho de empregabilidade em Aparecida de Goiânia.

Em todo o Estado, o salário médio pago aos trabalhadores goianos também evoluiu em índice (5,49%), bem superior ao da média nacional (3,1%). Em Goiás, o salário médio pago em 2016 era de R$ 1.245,59 e passou para R$ 1.313,42 no ano passado. Embora o saldo de empregos com carteira assinada,tenha tido positivo no ano passado, o mês de dezembro fechou com estoque negativo de 14.345 vagas de trabalho, em função do ciclo econômico do Estado, quando as indústrias reduzem a produção. Nesse mesmo período ocorre a entressafra agrícola o que também contribui para o saldo negativo no mês de dezembro.

Goiás está ajustando sua política de incentivos fiscais, que nas últimas duas décadas contribuiu de forma decisiva para o desenvolvimento econômico do Estado. O governador Marconi Perillo e o vice governador José Eliton , interessados  na melhoria da qualidade de vida dos goianos, vem buscando investimentos para o setor empresarial, que tem perspectivas econômicas favoráveis a um desenvolvimento capaz de sustentar-se como empreendedor. Nosso Estado está atravessando desafios e mesmo assim está fortalecendo sua vocação econômica. Vários economistas e líderes empresariais se posicionaram a respeito das mudanças na economia e afirmaram esperançosamente que o País deve continuar a crescer.

Maione Padeiro é presidente da ala jovem da Associação Comercial e Industrial de Aparecida de Goiânia (Aciag Jovem), membro do Fórum Jovem de Lideranças Empresariais de Goiás,Articulista,Comendador  e supervisor de ações programáticas do Programa Goiás na Frente.

 

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Escrito por Daniel Carvalho

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